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Steve Jobs quis ver Bill Gates antes de morrer
O rival Bill Gates foi uma das últimas pessoas que Steve Jobs quis ver. O mentor do iPhone recusou ser operado para curar cancro, optando por medicinas alternativas, e gostava pouco de tomar banho. Revelações feitas pelo autor da biografia do fundador da Apple, que exigiu convite formal para falar com Obama, a quem disse que não seria reeleito.
| foto JEFF CHIU/AP |
| Steve Jobs em 2005 |
Steve Jobs morreu a cinco de Outubro, vítima de cancro. Budista, adepto das dietas macrobiológicas, foi diagnosticado com cancro do pâncreas em 2003 e preferiu tratar-se com sumos de frutas, acupunctura e remédios de medicina tradicional que encontrava na Internet.
“Não queria que abrissem o meu corpo, que me violassem dessa forma”, disse Jobs, segundo o biógrafo, num excerto revelado da entrevista do autor da biografia do fundador da Apple, Walter Isaacson, ao programa “60 minutes”, da CBS.
Pressionado pelas súplicas da mulher, irmã e filhos, o fundador da Apple aguentou nove meses até recorrer à medicina tradicional, mas já era tarde e terá desperdiçado tempo precioso. “Pensava que se ignorasse algo, se não quisesse que existisse, podia fazer magia com a mente. Antes já tinha funcionado. E arrependeu-se”, contou Walter Isaacson, no vídeo difundido pela CBS, que antecipa a biografia de Jobs.
Mistura de frutos e LSD para “se concentrar”
| foto ARQUIVO JN |
| Steve Jobs em 2005, com o mini iPod |
Presidente do Instituto Aspen e biógrafo de Franklin ou Kissinger, Isaacson fez cerca de 40 entrevistas a Jobs, amigos e familiares. O resultado chama-se “Steve Jobs” e tem 650 páginas. O fundador da Apple encontrou o nome para a empresa a meio de uma das suas dietas, depois de visitar um pomar de maçãs.
Jobs estudou budismo durante vários anos e acreditava que a mistura de espiritualismo e dietas macrobióticas, que iniciou ainda adolescente, o protegeriam até do cancro. Segundo Isaacson, o fundador da Apple colaborou totalmente com o biógrafo, queria contar tudo, para que os filhos percebessem o trabalho que tanto tempo roubou à família.
Segundo a biografia, que será publicada na próxima segunda-feira, em adolescente Jobs aprendeu a olhar nos olhos dos outros sem pestanejar. Na altura, deu início à mistura das dietas à base de frutos e legumes com LSD, acreditando que a “receita” o mantinha concentrado na imaginação e indiferente ao dinheiro.
O “vil metal” terá sido uma das razões que levou ao divórcio com os co-fundadores da Apple. Antes de ser despedido, em 1985, acusou os executivos da empresa de carecerem de valores, de só se interessarem pelo dinheiro e considerou-os “corruptos”, conta Isaacson.
“Bill Gates roubou sem pudor ideias dos outros”
Extractos da biografia, publicados esta sexta-feira, no “New York Times” e no “Huffington Post”, revelam, ainda, algumas manias do fundador da Apple. No início da carreira, ficava tantas vezes centrado no trabalho que se esquecia de tomar banho. A empresa seguia-o de perto, para que não se desconcentrasse e tomasse banho com mais frequência.
A indumentária que usava habitualmente, pólo preto de gola alta, calças de ganga e sapatilhas cinzentas, era um uniforme que o próprio se auto-instituiu, depois de uma viagem ao Japão, nos anos 80. Impressionado com a ideia nipónica de que todos os empregados eram iguais, quis impor o uniforme na Apple. Os colegas de Executivo impediram-no, mas não o demoveram a criar um uniforme peculiar para si próprio.
O livro conta, também, que Bill Gates foi uma das últimas pessoas que Steve Jobs pediu para ver em vida. Depois do encontro, comentou com o biógrafo como encontrara o fundador da Microsoft feliz desde que se dedicara à filantropia.
“Bill tem muito pouca imaginação e nunca inventou nada. Por isso creio que se sente mais cómodo com a filantropia do que com a tecnologia. Roubou sem pudor as ideias dos outros”, dizia Jobs. Apesar de tudo, contra Isaacson, o fundador da Apple apreciava o fundador da Microsoft e admirava “o incrível instinto do que funciona”, que reconhecia em Bill Gates.
Enfrentamentos com Obama
A biografia conta também, alguns ataques de soberba. No Outono de 2010, Jobs exigiu que Obama convocasse um encontro formal se o queria conhecer. O presidente dos EUA tinha manifestado o desejo e o fundador da Apple exigiu um convite formal.
Apesar de ser Democrata e de se ter oferecido para desenhar o grafismo da campanha presidencial de 2012, Steve Jobs desancou Obama quando se encontraram, no aeroporto de San Francisco, nos EUA. “Vais ser presidente de um só mandato”, terá dito, acusando o actual líder norte-americano de ser demasiado de esquerda.
Num outro frente-a-frente com Obama, Jobs consegui que fosse servida a tarte que queria. Aconteceu num jantar organizado pela Casa Branca com vários executivos norte-americanos de topo. O fundador da Apple insurgiu-se contra o menu, que considerou “demasiado chique” e quis escolher a sobremesa. E conseguiu, em detrimento dos desejos presidenciais.
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Desde 1981, celebra-se, a 16 de Outubro, o Dia Mundial da Alimentação. Esta data é comemorada por mais de 150 países com o intuito de alertar e consciencializar a opinião pública para questões globais relacio-nadas com a nutrição e alimentação. No ano 2000, Kofi Annan, na sua mensagem alusiva ao Dia Mundial da Alimentação, lembra que «o problema da fome é particularmente agudo no mundo em desenvolvimento. Uma em cada cinco pessoas dos países em desenvolvimento não tem acesso a alimentação com a qualidade suficiente. Em África, uma em cada três crianças sofre de subnutrição crónica. No total, 6 milhões de crianças em idade pré-escolar morrem todos os anos, em consequência da fome». |
1946 – Homenagem ao actor João Villaret
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Com a colaboração de Amália Rodrigues, Vasco Santana, Ribeirinho e António Silva, realizou-se, em Lisboa, no dia 14 de Outubro de 1946, um espectáculo de homenagem a João Villaret. O homenageado interpretou, pela primeira vez, Quatro Odes de Miguel Torga intituladas A Poesia, A Luz, Ao Vento e A Baco.
Fonte: Diário Popular n.º 1454, de 14-10-1946, p. 2 |
Encalhei (como é hábito) no site do jornalista Jorge Correia e deparei com este interessante “manual” para viver “Alto e Bom Som”.
O nosso dia-a-dia é cada vez mais confuso e difícil, sem horizontes claros, mas o Jorge ajuda-nos sem custos, a “viver melhor”.
Obrigado Jorge, começo amanhã…
Muitas pessoas que eu conheço arrastam-se pela vida. Parecem sempre tristes e deprimidas. Parece que já morreram apesar de respirarem.
Um dos principais sintomas é o lamento permanente em que relação a tudo. Nunca mais é fim-de-semana, segunda-feira é o pior dia do mundo, nunca mais chegam as férias, o fim-de-semana foi rápido e não fizemos nada de especial, o tempo nunca é bom, olha está a chover, ou está calor de mais, ou vento, ou porque sim!
Vivem em irritação permanente e irritam os outros. São um aborrecimento montado sobre pernas.
Mas há alternativa: VIVER COM PAIXÂO
E para isso há um par de dicas que aprendi com Tess Marshall que podem ajudar a dar um choque de paixão para viver a sua vida com coração:
É simples. É grátis. E funciona
Acorde. Espreguice-se e encha os pulmões de ar.
Em cada momento. A cada passo. O mais simples possível.
Reconheço que sou cada vez mais influenciado pelos minimalistas. Para quê ter vinte relógios, dez fatos, trinta gravatas?
O mesmo se aplica ao telemóvel de última geração, ao tablet, ao computador, ao carro…
Podemos viver francamente mellhor com muito menos. Simplifique-se
Atire-se para a frente. Experimente. Experimente tudo. Faça a pergunta chave: “O que fiz eu de novo hoje?”
Vá em frente. Corra a maratona, aprenda russo, fale com desconhecidos no café, inscreva-se num concurso de dança ou de culinária.
Aventure-se
É uma das principais formas de nos identificar-nos e de nos motivarmos: Quem são os nossos? Quem é a nossa equipa? A nossa tribo?
É com estes que vamos mudar o mundo. Escolha bem o seu grupo de conspiradores para mudar tudo à sua volta. E funciona!
Sempre de espírito aberto. Ouça todas as propostas. Experimente tudo. E nunca, mas nunca mesmo, feche uma porta antes de ouvir o desafio. Ligue-se às pessoas e olhos e ouvidos alerta. Todos os sentidos em sentinela. Há oportunidades que chegam de pantufas
Pense positivo. Crie positivo. Acredite.
Se usar isto como lema vai atrair pessoas com ideias e maneiras de fazer positivas. É um estímulo que se multiplica.
Preciso de fazer uma lista: estar com amigos, família, boa comida, boa música.
Invista tudo em bons e prazeirosos momentos de vida.
Pense PRAZER!
A saúde é o mais importante de tudo. Mantenha-se saudável. Essa é a prioridade máxima. Desporto, comida equilibrada e bom descanso.
Apaixone-se por tudo o que mexe. Pessoas, animais, livros. Tudo o que justificar a sua vida como ser humano. A cultura, o sentido da vida.
Tal como dizia Steve Jobs mantenha-se sempre apaixonado, sempre louco.
A morte é certa mas até lá tem de colocar a sua assinatura na Terra.
Vamos em frente?
Já experimentou algo de novo, hoje?
Jorge CorreiaJornalista na RTP – Rádio
O escândalo da Madeira ultrapassa tudo o que se possa conceber em termos de uso dos dinheiros públicos para promoção política local.
Descobrem-se agora os milhões – alias, milhares de milhões! …- gastos em obras muitas vezes de gosto e necessidade muito duvidosa. Por outro lado, quando pensamos Madeira temos a tendência para imaginar um “quase país” independente, uma espécie de filho reguila, gastador, estarola e sistematicamente contrariado; mas conferindo-lhe sempre uma importância e dimensão q nunca teve.
A Madeira, porem, cabe inteirinha no concelho de Odemira por exemplo; e só a ilha de S Miguel nos Açores já é maior que o “país” de João Jardim.
A impugnação imediata e julgamento por crime de gestão danosa de dinheiros públicos é imperiosa e não pode haver quaisquer reticencias do governo da Nação com este perigoso e irresponsável esquizofrénico.
Dizer apenas que não se vai lá fazer campanha é pouco.
, este irrisório e mal criado sujeitinho, … era bem mais seguro.
Sobretudo para todos nós, que lhe pagamos os luxos e a poltrona há tanto tempo!
Pedro Barroso

A inauguração da exposição está agendada para as 17 horas do dia 22 de Setembro e será precedida de uma conferência sobre “As colecções egípcias em Portugal”, protagonizada por Luís Manuel Araújo. Uma hora depois, cabe a Rogério Sousa, do Instituto Superior de Ciências da Saúde-Norte, apresentar o catálogo da colecção. Já no dia 23 de Setembro, pelas 18h00, Luís Manuel Araújo fará a apresentação do catálogo no Fórum da FNAC de Santa Catarina, no Porto.
Após a inauguração, a “Colecção Egípcia do Museu de História Natural da Universidade do Porto” pode ser visitada de segunda a sexta-feira entre as 10 e as 17 horas. A entrada é livre.
Mais informações em http://centenario.up.pt/
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A Animais de Rua celebra hoje os 7000 animais esterilizados!Hoje é um dia especial para a Animais de Rua, que não podíamos deixar de partilhar com todos os nossos amigos. Hoje, o contador de esterilizações (que todos podem acompanhar na página inicial do nosso website) marca 7000 animais esterilizados! Aqui fica a nossa profunda gratidão a todas as pessoas que tornaram possível esta mudança extraordinária nas vidas de 7000 animais do nosso país: aos voluntários que dedicam o seu tempo livre, faça sol ou chuva, a capturar e a cuidar dos animais, a toda a equipa do back-office que trabalha incansavelmente na parte administrativa da associação, aos veterinários que realizam as cirurgias a custo reduzido, aos padrinhos que financiam as esterilizações, às empresas que apoiam o nosso trabalho, às autarquias que cooperam connosco e a todos os nosso apoiantes, que estão sempre ao nosso lado, a comemorar as nossas vitórias e ajudar-nos a superar as situações difíceis com que nos vamos deparando. Sem todos e cada um de vocês, não estaríamos a celebrar este marco tão importante para a história da AdR. Muito obrigada a todos! Animais de Rua no programa Sociedade Civil!No âmbito das iniciativas do Ano Europeu do Voluntariado, a Animais de Rua foi convidada para participar no Sociedade Civil. Quem não teve oportunidade de assistir ao programa, poderá ver o vídeo da nossa participação na secção de Comunicação Social do nosso website:http://www.animaisderua.org/comunicacao_social Novos Núcleos de Faro e Sintra precisam muito de voluntários! Outra notícia que muito nos orgulhamos de vos transmitir é a abertura de dois novos Núcleos, que irão operar nas zonas de Sintra e Faro. São duas localidades onde existe uma necessidade muito urgente da nossa intervenção, com inúmeras colónias e animais de rua a precisar de ajuda. Precisamos, com muita urgência, de voluntários para estes dois novos núcleos. Se reside na zona de Sintra ou Faro, por favor considere dedicar algum do seu tempo livre a esta causa! Há muitas formas de ajudar: capturas, boleias dos animais para as clínicas, pós-operatórios, campanhas e trabalhos administrativos. Para mais informações, por favor contacte: geral@animaisderua.org Se reside na zona de actuação de um dos outros Núcleos (Porto, Lisboa ou Lagos), contacte-nos também! Todos os núcleos precisam muito de voluntários para conseguirem chegar a mais animais em risco. Campanha de lançamento de moedas na fonte do MAR Shopping continua! Quando for ao IKEA de Matosinhos ou ao MAR Shopping, não se esqueça de lançar uma (ou várias! Número Solidário Animais de Rua! Por menos de 1€, poderá ajudar a Animais de Rua, ligando para o 760 300 161 (0,60€ + IVA). Se fizer uma chamada por semana, estará a dar um contributo precioso ao nosso programa de esterilizações. Muito obrigada! A equipa da Animais de Rua
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| Associação Animais de Rua — Esterilização e Protecção de Animais em Risco http://www.animaisderua.org/ geral@animaisderua.org |
Após ver estes documentários, sobre o “atentado” do 11 de Setembro” e sem querer afirmar que se trata ou não, de uma “fraude”, realmente existem sérias dúvidas e deixa-nos muitas questões sem resposta…
Veja os vídeos, pense com a própria cabeça e tire as suas conclusões. Comente…

Os vídeos:
O Jornalista da Time e CNN, Fareed Zakaria que apresenta o programa Global Public Square (GPS), com grande audiência nas noites de domingo, recebeu o economista e Prémio Nobel Paul Krugman e também KenRogoff (ex-líder do FMI) para analisar a situação da economia norte-americana. As declarações de Krugman não passaram despercebidas aos telespectadores mais atentos, pois o Prémio Nobel, “apelou” para uma invasão alienígena nos EUA para solucionar a crise e reactivar a economia.
Paul Krugman afirmou, que quando não há consumo suficiente, a economia é reduzida e reduz o crescimento. Portanto segundo ele, é necessário aumentar o consumo de qualquer forma, e uma invasão extra-terrestre viria ajudar. Um ataque alienígena provocaria um grande aumento da despesa pública na defesa e também toda a sociedade devido ao medo generalizado, passaria a produzir mais bens para resistirem e se protegerem deste “ataque”, o que reactivaria a economia…
Gostaria de aprofundar um pouco as críticas que se fazem muito justamente à política cultural que tem sido recorrente em todos últimos Governos, sendo profundamente solidário com todos os agentes culturais que se sentem feridos e insultados por ela.
De facto, a Arte e a Cultura são expressões maiores e das mais diferenciadoras que existem de um povo e de um País.
Faz mais por vezes pelo seu país um musico, numa hora em cima de um palco, que muitos embaixadores e diplomatas uma vida inteira.
É lamentável que se gaste tanto dinheiro com por exemplo, um exército convencional – será que ainda não se percebeu que hoje já ninguém invade ninguém e que as ameaças de segurança actualmente derivaram de armas e de método? – E tão pouco no culto da imagem externa do país.
Sendo relativamente poucos milhares no computo de uma Nação, os seus artistas e Investigadores, desportistas, etc bem poderiam ser mais ajudados pois são muito mais paradigma nacional que os próprios políticos, sinceramente sempre iguais em toda a parte. Coisa que eles sabem claro, e não gostam…
Talvez daí a sua legislação tergiversa e prolixa num sistema subsidiário que apenas protege e integra os amigos dos amigos. Produzir Arte e Cultura são das formas mais elevadas seguramente, de dar vida a uma imagem morta de Portugal sem chama, adiado e adormecido sob o estigma do insulto político e económico.
No palco ou na galeria de arte, tal como nas pistas e espaços desportivos não há outro rating que o da performance e da verdadeira e evidente qualidade.
A extinção de um simples batalhão, seus vencimentos anuais, gastos militares, armamento pesado e ligeiro, carros militares ou de serviço e outras mordomias, daria para construir 1000 auditórios com piano de cauda e todas as condições técnicas pelo país fora.
Em Portugal verifica-se existir um dos povos com menos conhecimento artístico e musical da Europa. A concepção de divertimento tem andado pelo Marco Paulo, as “Doce”, depois a Ágata e hoje o Tony carreira, para não resumir na canção pinga amor, pelas idas ao futebol e pelas festarolas de foguetório. Lamento mas é verdadeiramente o que sinto – é esse o conceito de celebração de um povo que não lê senão “a bola”, que pensa que Paganini é o ultimo gajo que o Benfica contratou e que Vergílio Ferreira, espera, já sei, parece-me que é um qualquer corredor da Sicasal.
Assim, de facto…vamos continuar a esperar muito tempo ainda, por um país mais culto e com valores e objectivos muito modificados e distantes em relação ao actual provincianismo pimba. E a política cultural parece não ver isto, fechada que está entre as redomas de lóbis do palácio da Ajuda e no espartano espartilho orçamental…
Pedro Barroso
Músico e Maestro
Celebra-se o São João
A vinte e quatro de Junho
Como manda a tradição
Que nos passou testemunho.
Em muitas localidades
Entre as quais o Porto e Braga
Há grandes festividades
Que o tempo jamais apaga.
Alhos-porros e martelos
São seculares tradições
Com galhofantes duelos
Que distraem multidões.
Há rusgas e bailaricos
Folia e sardinha assada
E compram-se manjericos
Para dar à namorada.
Existem outros lugares
Onde há marchas e fogueiras
Que nos Santos populares
São comuns e rotineiras.
É assim a tradição
Festiva e cultural
Dedicada a São João
Em terras de Portugal.
9:00 H
Avenida Central
Entrada dos Grupos de Animação
Exposição e venda de Artesanato
Campo das Camélias — Estádio 1º de Maio
7º Passeio de BTT de Braga (Passeio Diurno)
Organizado pela Associação de Cicloturismo do Minho, em parceria com o Fundo Social da Câmara Municipal de Braga.
Praça do Município e Campo da Vinha
III Torneio Internacional de Mini-basquete do Sporting Clube de Braga
10:00 H
Avenida Central
Jogos Tradicionais Infanto-Juvenis
10:00 às 13:00 H e das 15:00 às 18:00H
Complexo Desportivo da Rodovia
Big Jump Braga Leia o resto deste artigo »
A NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA) têm alertado o mundo nos últimos dois anos para catástrofes que podem afectar a Terra durante o final de 2011 e por 2012.
Designado como sendo ‘super eventos únicos de tempestade solar ‘, a NASA alerta que chamas solares podem atingir a Terra e derrubar infra-estruturas tecnológicas no hemisfério norte. A Rússia também está preocupada com a situação, levando um iminente astrofísico, Alexey Demetriev, alegar que o que está a acontecer é muito pior do que a NASA e a ESA admitem.
Cientistas da NASA descobriram em 14 de Julho de 2010 que pelo nosso sistema solar está a passar uma nuvem de energia interestelar. Trata-se de uma nuvem de gás, que é altamente energizada, está a perturbar e a atrapalhar o Sol.
Em conjunto com o já enfraquecido escudo magnético da Terra, o mundo está-se a tornar indefeso contra estas erupções solares, bem como contra a intensa radiação, levando a NASA, a ESA e a Academia Nacional de Ciência dos EUA a emitiram um alerta de tempestades solares para 2012, sem precedentes.
Mas o que a NASA e o governo dos EUA estão a esconder, de acordo com Demetriev, é que no Sol — bem como em todos os corpos do nosso sistema solar — mergulhou numa nuvem de fotões desconhecida… um cinturão de perigo, que poderá precipitar explosões solares gigantescas, anomalias magnéticas, adernando cometas e desestabilizando as órbitas de alguns asteróides.
O Dr. Demetriev revelou que tanto a sonda Voyager 1, quando a Voyager 2 relataram que nosso sistema solar está em risco. E mais, Merav Opher, um investigador heliofísico da Universidade George Mason, convidado pela NASA, diz que a nuvem de energia interestelar é instável e turbulenta.
Coincidentemente, anteontem, 08 de Junho, tivemos notícia em várias emissoras de TV em rede nacional brasileira de que o Sol teve uma erupção gigantesca. Veja o seguinte link:http://video.globo.com/Videos.
O que devemos esperar disto? Há uma possibilidade de perda da tecnologia avançada (pois estas tempestades poderão afectar os equipamentos electrónicos), super-tempestades poderão ocorrer por todo o planeta, poderá ser dado início a outra era do gelo, bem como aumentarão as incidências de terramotos e actividades vulcânicas, tsunamis e exposição da Terra aos raios radioactivos.
Em resumo, as pessoas que têm insistido a respeito de eventos catastróficos para os próximos anos podem não estar muito longe da verdade. Se Alexey Demetriev está correcto, os eventos que poderão ocorrer em 2012 podem ser sim extraordinários ao ponto de colocar em risco nossa civilização.
Fonte: n3m3/recognizereality.com
“Sol”, “DN”, “JN”, “i” e “A Bola” são títulos que adoptarão o novo acordo durante 2011. Actualmente, o semanário Expresso e o desportivo Record são os jornais cujos textos já seguem o novo Acordo Ortográfico, que encontra-se também já em vigor no mundo dos media na agência Lusa e na revista “Visão”, por exemplo.O semanário “Sol” aplicará o acordo aquando do quinto aniversário, na edição de 16 de setembro, disse fonte da direcção. Já o desportivo “A Bola”, garantiu o director Vítor Serpa, aplicará o acordo quando se iniciar o ano lectivo, em outubro, período que será também o da aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa no sistema educativo.
Menos concretas são as metas de outros títulos. No caso do “DN” “não há decisão tomada” para a adopção do acordo, garantindo o director João Marcelino que o jornal “vai utilizar a data limite” e o processo de transição até à passagem para os documentos oficiais.
No “JN”, por seu turno, “estão a ser dar passos” para a introdução em 2011, embora o director José Leite Pereira não avance ainda com uma meta. O desportivo “O Jogo”, do mesmo grupo (Controlinveste), não tem também um prazo concreto para começar a escrever com o novo Acordo Ortográfico.
“Algures durante 2011″ é a projecção que Manuel Queiroz, director do “i”, faz para a aplicação do acordo no diário do grupo Lena.
Posição levada ao “limite”
Caso diferente é o do “Público”, que desde um editorial de dezembro de 2009 declarou que não iria colocar em prática o Acordo Ortográfico, contestando as alegadas vantagens de uma norma global para o português escrito.
Contactada pela Lusa, a directora Bárbara Reis reiterou a posição do jornal asseverando que o “Público” levará “até ao limite” a sua posição.
O “Correio da Manhã”, da Cofina, começou a adopção ao novo acordo em 2009, e a ideia, explicou fonte oficial da Cofina, é “aderir paulatinamente” ao Acordo Ortográfico.
Nos económicos, o “Jornal de Negócios” (Cofina) não tem ainda uma decisão formada, sendo este um assunto “em agenda”. No entanto, explicou o director adjunto João Cândido da Silva, o título deverá aderir “provavelmente algures em 2011″ ao acordo.
Processo discutido na redacção
O “Diário Económico”, por sua vez, anunciou no começo do ano que iria adoptar o acordo ortográfico em 2010, com o director António Costa a considerar então que o processo devia ser “discutido com a redacção”.
O responsável do jornal detido pela Ongoing, contactado pela Lusa, remeteu detalhes sobre a entrada do acordo ortográfico no jornal para mais tarde.
No que refere às televisões, a aplicação do Acordo Ortográfico está dependente de um entendimento comum entre os operadores, o que até ao momento ainda não se verificou.
Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/publico-recusa-adotar-acordo-ortografico-em-2011=f623501
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

É amar a Pátria Portuguesa
É tê-la sempre presente…
E gostar…
Com muita firmeza,
Das nossas coisas
E da nossa Gente.
Ser português,
É vibrar de emoção
Ao descobrir
Entre mil bandeiras,
Desfraldadas ao vento,
A bandeira da Nação. Leia o resto deste artigo »
Ao tentar publicar este vídeo no facebook, apareceu esta mensagem indicando que se tratava de um “conteúdo bloqueado que foi denunciado como abusivo”.
Espero que isto tenho sido um “engano” do sistema, pois caso tenha sido bloqueado efectivamente, é caso para pensar no que virá a seguir… mas tal como ele, eu “nunca me engano e raramente tenho dúvidas”…
Espantam-se? Não se espantem. Lá chegaremos. No Brasil, pelo menos, já se escreve “umidade”. Para facilitar? Não parece. A Bahia, felizmente, mantém orgulhosa o seu H (sem o qual seria uma baía qualquer), Itamar Assumpção ainda não perdeu o P e até Adriana Calcanhotto duplicou o T do nome porque fica bonito e porque sim.
Isto de tirar e pôr letras não é bem como fazer lego, embora pareça. Há uma poética na grafia que pode estragar-se com demasiadas lavagens a seco. Por exemplo: no Brasil há dois diários que ostentam no título esta antiguidade: Jornal do Commercio. Com duplo M, como o genial Drummond. Datam ambos dos anos 1820 e não actualizaram o nome até hoje. Comércio vem do latim commercium e na primeira vaga simplificadora perdeu, como se sabe, um M. Nivelando por baixo, temendo talvez que o povo ignaro não conseguisse nunca escrever como a minoria culta, a língua portuguesa foi perdendo parte das suas raízes latinas. Outras línguas, obviamente atrasadas, viraram a cara à modernização. É por isso que, hoje em dia, idiomas tão medievais quanto o inglês ou o francês consagram pharmacy e pharmacie (do grego pharmakeia e do latim pharmacïa) em lugar de farmácia; ou commerce em vez de comércio. O português tem andado, assim, satisfeito, a “limpar” acentos e consoantes espúrias. Até à lavagem de 1990, a mais recente, que permite até ao mais analfabeto dos analfabetos escrever sem nenhum medo de errar. Até porque, felicidade suprema, pode errar que ninguém nota. “É positivo para as crianças”, diz o iluminado Bechara, uma das inteligências que empunha, feliz, o facho do Acordo Ortográfico.
É verdade, as crianças, como ninguém se lembrou delas? O que passarão as pobres crianças inglesas, francesas, holandesas, alemãs, italianas, espanholas, em países onde há tantas consoantes duplas, tremas e hífens? A escrever summer, bibliographíe, tappezzería, damnificar, tnitteleuropãischen? Já viram o que é ter de escrever Abschnittfürsonnenschirme nas praias em vez de “zona de chapéus de sol”? Por isso é que nesses países com línguas tão complicadas (já para não falar na China, no Japão ou nas Arábias, valha-nos-Deus) as crianças sofrem tanto para escrever nas línguas maternas. Portugal, lavador-mor de grafias antigas, dá agora primazia à fonética, pois, disse-o um dia outra das inteligências pró-Acordo, “a oralidade precede a escrita”. Se é assim, tirem o H a homem ou a humanidade que não faz falta nenhuma. E escrevam Oliúde quando falarem de cinema. A etimologia foi uma invenção de loucos, tornemo-nos compulsivamente fonéticos.
Mas há mais: sabem que acabou o café-da-manhã? Agora é café da manhã. Pois é, as palavras compostas por justaposição (com hífens) são outro estorvo. Por isso os “acordistas” advogam cor de rosa (sem hífens) em vez de cor-de-rosa. Mas não pensaram, ó míseros, que há rosas de várias cores? Vermelhas? Amarelas? Brancas? Até cu-de-judas deixou, para eles, de ser lugar remoto para ser o eu do próprio Judas, com caixa alta, assim mesmo. Só omens sem H podem ter inventado isto, é garantido.
Nuno Pacheco, Jornalista
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Transcrição integral e digitalização do artigo de Nuno Pacheco no caderno P2 (página 3) jornal Público de 06.06.11. Link para o artigo não disponível.
Eu conheço um país
Que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil).
Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de doadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas.
Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins. Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.
Eu conheço um país
Que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra Que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias(Glint)e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).
Eu conheço um país
Que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo, Que também está a construir o maior plano de barragens (dez) a nível europeu (EDP).
Eu conheço um país
Que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT), Que é líder mundial em software de identificação (NDrive), Que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da NASA (Critical) e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra) Que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano.
E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.
Que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e Que revolucionou o conceito do papel higiénico(Renova).
Eu conheço um país
Que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas(Via Verde).
Que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra) e Que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).
Eu conheço um país
Que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, Que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos,
Que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, Que tem uma das melhores seleções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo).
Eu conheço um país
Que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).
Que tem dois prémios Pritzker de arquitectura (Sisa Vieira e Souto Moura).
O leitor, possivelmente, não reconhece neste país aquele em que vive ou que se prepara para visitar. Este país é Portugal. Tem tudo o que está escrito acima, mais um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas,
óptima gastronomia.
Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL
(publicado na revista “Up” da TAP)
Há milhares de anos que a prata tem sido usada como um bactericida e cicatrizante por muitas civilizações à volta do mundo. As suas propriedades medicinais e seu poder reparador e fortificante são conhecidos desde os tempos da Grécia Antiga e do Império Romano. Muito antes do desenvolvimento da farmacopeia, a prata era empregada como germicida e antibiótico.
Desde meados do século XX até aos dias de hoje, a industria farmacêutica produziu medicamentos sintéticos, que geram lucros enormes e alimentam uma poderosíssima industria multimilionária.
Actualmente são cada vez mais os adeptos desta “água milagrosa” que afirmam curar “Cancros, Sida/Hiv, Fibromialgias, Gripes e Vírus de todo o tipo. De referir que são já muitas piscinas publicas que utilizam o método da “coloidal” para a desinfecção da água, em detrimento do perigoso cloro.
E você, já conhece a “Prata Coloidal”?
Deixe o seu testemunho.
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Desmistificando o processo de produção da prata coloidal
Há alguns anos, os pesquisadores das grandes indústrias farmacêuticas vêm detectanto sinais progressivamente mais claros e recorrentes de um fenómeno da maior importância: as bactérias, fungos e vírus, que antes eram facilmente controlados pelo emprego de antibióticos, estão criando suas próprias defesas contra esses medicamentos específicos, que acabam invalidando os antibióticos, tornando-os não efetivos.
As novas cepas, as novas linhagens de germes, estão procedendo a uma impressionante ofensiva, invadindo campos que deveriam ser interditados ou proibido para eles, como hospitais, clínicas, consultórios médicos e odontológicos, laboratório de análises clínicas e assim por diante. O Streptococcus Aureus, por exemplo, já se tornou resistente ao mais poderoso antibiótico conhecido e as infecções por ele geradas já estão intratáveis (vide “Scientific American“, 1998). E, de nada adianta tentar produzir antibióticos ainda mais fortes, porque os microorganismos voltarão a sofrer novas mutações ou desenvolverão novos mecanismos para desativá-los.

Deixem-me cantar Abril
E evocar tal heroísmo
Militar junto ao civil
Que derrubou o fascismo.
Prestar aos bravos meu preito
Dizer-lhes Valeu a pena
Os cravos e o tema eleito
Grandola Vila Morena !…
Deixem-me clamar victória
Às nossas Forças Armadas
Pelo seu triunfo e glória
Com o povo de mãos dadas.
Que a hístória jamais olvide
Os militares de excelência
Que incutiram fim à pide
E à maldita prepotência…
Deixem-me exaltar os bravos
Do nosso Portugal novo
Da Revolução dos Cravos
Que trouxe justiça ao povo.
Dando a Abril o sentido
Com coragem e vontade
De abrir com o povo unido
As portas da liberdade !…
Euclides Cavaco