PAULA MARTINHEIRA CONSTITUÍDA ARGUIDA EM TEMPO RECORDE

Posted: 16 Janeiro, 2006 in Internet, Jornalismo, Liberdade, Opinião, Política, Portugal, Social

A jornalista Paula Martinheira, do “Diário de Notícias”, foi notificada a 6 de Janeiro de que foi constituída arguida por desrespeito ao tribunal, dispondo de 20 dias para requerer a abertura da instrução, depois de a 20 de Dezembro de 2005 se ter negado a revelar as suas fontes de informação ao Tribunal de Faro.

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Comentários
  1. Rui diz:

    o juiz tem também um estatuto e obviamente um código deontológico, porque deverá ser mais previligiado n estatuto e no código deontológico, se todos os homens são iguais perante a lei, independentemente da profussão, estatuto, raça ou credo, etc etc ?
    obrigar um jornalista violar o código deontológico é ou não é claramente abuso de poder, e por ser lado n respeitar as regras e os preceitos que fundam a sua própria lei estatuário e código deontológico e fundamentam a própria democracia?

  2. Rui diz:

    os tribunais servem para regular o poder juríco e legislativo no sentido de fazer e/ou repor a justiça, nunca para usá-lo como uma instrumento de poder régio e absoluto e exercer autoridade sobre os direitos civis e politicos e inviolaveis de forma a massacrá-los , em que a excepção e a convicção do juiz se mostra acima dos valores que fundamentam as próprias leis que regem e regulam a máquina intangivel da justiça universal para uma democracia plena e verdadeira.

  3. Rui diz:

    um juiz tal como qualquer cidadão não pode estar e não estar ao mesmo tempo dentro e fora da lei.

  4. Apache Selvagem diz:

    A jornalista foi intsrumentalizada para servir de cobaia por um esquema “bem” montado pela própria justiça com o fim de dissuadir a classe jornalística de se intrometer nos assuntos de investigação policial em Portugal. As relações existentes entre a arguida e a família de onde proveio a “fuga” de informação explicam o caso sucedido sem margem para dúvidas. A “oferta” da juiza e do procurador em arquivar o processo mediante um indeminização simbólica que a arguida teria de pagar à casa dos rapazes corroboram esse facto. Assistam ao julgamento dia 13/05/08, venham comprovar a palhaçada da justiça, a corrupção ao mais alto nível, a calamidade pública vinda de que tem a obrigação de proteger, a total falta de respeito dos “justos” pelas leis e pela justiça, ao que será um trocar de papéis, de lugares e de estatuto criminal no TIC de Faro….Não andarão eles um dia ao Deus dará…não é assim Gonçalo Amaral?????

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