Em nome da liberdade de expressão… os “cartoons malditos”

Posted: 2 Fevereiro, 2006 in Arte, Cinema, Desporto, Dominio, emigração, entrevista, Espectáculo, fotografia, humor, Internet, Justiça, Liberdade, Literatura, Opinião, Política, Social

Em nome da liberdade de expressão, a imprensa europeia publicou os cartoons do profeta Maomé que provocaram a ira do mundo muçulmano contra a Dinamarca e o jornal Jyllands-Posten.

O jornal francês France Soir, publicou também os famosos cartoons e o resultado, foi o despedimento do editor.

“Sim, nós temos o direito de caricaturar Deus”, dizia o France Soir. No cartoon que ocupou toda a primeira página, o diário francês mostrou quatro representações de Deus nas várias religiões que trocaram impressões sobre uma nuvem “não te rales Maomé, aqui já fomos todos caricaturados”. Nas páginas interiores, o jornal reproduziu as 12 caricaturas na origem da polémica – algumas relacionaram o profeta com actos violentos praticados em seu nome. No editorial salientou que “não há nos desenhos incriminados nenhuma intenção de denegrir uma comunidade enquanto tal”.

Também o jornal conservador alemão Die Welt publicou as imagens da discórdia argumentando que “o direito à blasfémia” assenta nas liberdades democráticas.

Em Espanha, os “cartoons” foram publicados no ABC e no El Periodico.

Na Suíça, o Blick publicou os desenhos e La Tribune de Genève também.

Em Itália, La Stampa ilustrou uma notícia sobre o assunto com os desenhos mais polémicos e o Corriere della Sera já os publicou igualmente.

Na Holanda, na República Checa e na Hungria, os desenhos foram também publicados.

Por toda a Europa houveram jornais corajosos que solidariamente publicaram as ilustrações “ malditas”, e em Portugal ?



Exemplo de outras “blasfémias”



A loving Christ embraces a piggy bank.

Moses Meets Noah

Todos sabemos, quanto é grande o número de seitas e de religiões, cada qual com a sua interpretação própria sobre a divindade.

E sabemos também, que ao longo dos tempos, houve sempre a tendência de criticar o sagrado, mas o “encaixar” a critica, é mais complicado, porque isso é sempre gerido em função dos diferentes estágios evolutivos do ser humano.

Assim, DEUS é individualmente compreendido, conforme o alcance intelectual e moral de cada pessoa.

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