Paulo Teixeira Pinto, dirigiu o BCP durante dois anos.
No meio desta baralhada toda, de lutas pelo “poleiro”, ele foi afastado. E, para ficar “sossegadinho”, ou “caladinho” o banco pagou-lhe “à cabeça”, para saír, 10 milhões de euros e garantiu-lhe uma “pensão” para o resto da vida… uns “míseros” 500.000 euros anuais, o que corresponde a 35.000 euros por mês, 14 meses por ano… O equivalente a sete anos de trabalho de um operário, a ganhar o salário mínimo.

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