As vigarices da moda

Posted: 25 Julho, 2009 in Crime

Num mundo, onde cada vez mais prosperam os “chicos espertos” que inventam fraudes e novas formas de lesar os incautos, deixo aqui algumas dicas publicadas por uma empresa britânica, com o objectivo de prevenir e alertar, para “amigos” que por vezes nos aparecem a meter “areia na engrenagem”…

    • Phishing – os criminosos tentam adquirir dados bancários das vítimas através da internet, email ou mesmo telefonemas. O mais comum são as chamadas tefónicas de alguém que se faz passar por ser funcionário de um banco. A vítima é então convidada a ligar para um número supostamente anti-fraude, onde lhe são pedidos os dados bancários como números de cartão de crédito ou pins de cartões de débito.
    • Roubo de contas – pode ser uma consequência do phishing, mas há outras maneiras, mais tecnológicas de a sua conta passar a ser controlada pelos burlões. Há quem defenda que nem as bases de dados mais seguras do mundo estão livres de perigo.
    • Anúncios de trabalho falsos – Apelam ao desespero de quem está desempregado: oferecem posições de trabalho que não existem  e pedem que a vítima envie dinheiro ao empregador. Estes anúncios também podem servir para obter dados pessoais e criar documentos falsos a partir das cópias enviadas por quem está a concorrer ao trabalho.
    • Aproveitar quem muda de casa muitas vezes – Aqui os estudantes universitários são as vítimas mais apetecíveis porque são quem muda de casa com mais frequência, deixando para trás o correio pessoal, que os burlões aproveitam para ficar a conhecer, por exemplo, o historial bancário. Outra variante deste esquema é o de colocar anúncios para quartos e casas que não existem e exigir a caução antes da vítima poder visitar o local.
    • Carros usados – O burlão coloca um anúncio a um veículo, online ou em papel, normalmente bastante aliciante em termos de preço e de estado de conservação. Depois recomenda aos compradores que utilizem os serviços de uma empresa “fiável” para fazer o pagamento online. A empresa desaparece que o comprador nunca mais vê o dinheiro e muito menos o carro, que nunca existiu.
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