Opinião

A [minha] opinião

Padre desafia a Igreja

Caso Esmeralda – o pseudo-pai

O Nuclear

iPhone e Queiróz

Referendo — SIM ou NÃO, eis a questão

A execução de Saddam

Feudos e Talibãs

Os “grandes portugueses da RTP”

Comentários
  1. Francisco Pinto diz:

    Encalhei aqui por acaso e prometo voltar. Parabens.

  2. “Palhaços”

    Relações cortadas

    Quelhas

    Boa noite
    Acabei de verificar que, o tema dos “25 aniversários” do Centro Lusitano de Zurique, 20 anos do Rancho Folclórico CLZ e a Miss Lusitano de Zürich, não foi publicado.
    Porque V. Exa. Quiseram meter as fotos do Luís Beja!
    Caso para dizer; Façam cultura sozinhos!
    – Que interessa temas de Pedro Barroso, de “Turismo Suicida” tirado da Net, e caso “Saramago”, quando este espaço deve ser sobre cultura “Luso Portuguesa” em terras Helvéticas?!
    Há mais de um ano, que comecei a publicar nesta revista, apenas agradeço quando fizeram publicar sobre o tema; O livro da criança.
    Já escrevi em mais de meia dúzia de jornais semanais, quinzenais e mensais e, nunca, mesmo nunca tive tanto desentendimento, como tenho vindo a ter a esta parte com o CLZ.
    – Li a tese “Traição” de Mendes Serafim, e aquilo que ele escreveu, sobre o assunto de o “Traidor”, por mais que explique ao traído, nunca volta a ter confiança nele!
    Penso que, deve-se a este desentendimento o seguinte: O LZ tem um presidente e uma administração, tem uma directora de jornal e um jornalista que, por sua vez também põe o dedo nas decisões e todos mandam.
    Como se não chegasse, não conheço estes dois últimos senhores, Sónia Abelha Delgado e Manuel Araújo, o primeiro está sempre ou quase sempre indisponível e o segundo está definitivamente em Portugal, não existe nenhum contacto pessoal para chegar a um bom senso…
    Tenho trocado correspondências, com a então directora e com o jornalista paginador e executador do CLZ, pelo facto do meu mais desiludido desprazer.
    A primeira reclamação surgiu apenas em Junho, no texto de “Homenagem ao Sargento Quelhas”, no qual “Podaram” o texto e colocaram uma foto à civil, onde no espaço dessa foto cabiam as três fotos que enviei. A meter uma só foto, deveriam colocar a “Foto da farda de Sargento”, na reclamação exclamei; “Uma foto vale mais que mil palavras”…
    Na edição seguinte, Julho/Agosto; “O meu Pai é um Rei do universo” voltaram a “Podar” o texto!
    Já não falando nos textos que não foram publicados, no qual fiz silêncio!
    Desta vez enchi!
    Exijo mais respeito!
    – Serei eu o “Palhaço”?
    A colectividade, quando publica os textos do autor, aceita todos e qualquer texto na íntegra e respectivas fotos ou não aceitam nada!
    No caso da não publicação, terão que dar uma explicação para o caso, para podermos chegar a um bom senso!?
    Caso V. Exa. Venham a considerar o tema em epígrafe; “25 aniversários do CLZ” deste mês, para publicação no mês de Dezembro, e com uma justificação para os leitores, prontifico-me a dar continuidade e a colaborar com a revista do Centro Lusitano de Zurique gratuitamente.

    Tenho dito

    Um abraço amigo

  3. Excelentíssimo Senhor João Carlos Veloso Gonçalves, “poeta, crítico, escritor e jornalista das comunidades portuguesas na Suíça de Portugal e do Mundo”…
    mas que também afirma ser “um literato ocasional, o homem, o inspirador, o escritor, o poeta, o jornalista, o crítico, o artista, o dramaturgo, o cómico, autor de livros”… e peras.

    Senhor Gonçalves, ou Quelhas, esta resposta é a título pessoal e apenas a mim me vincula.
    Ponderei não lhe responder, mas esta sua nova provocação no meu blog, obriga-me a deixar claros alguns pontos.

    Queixa-se o Sr. de não lhe publicarmos os seus escritos e critica a orientação editorial da revista e põe em causa a sua imparcialidade.
    Sobre isso, mesmo não estando eu mandatado para o fazer, devo recordar-lhe que lhe foi oferecida a possibilidade de utilizar mensalmente uma página na revista do CLZ e não oito!
    Quanto à selecção do conteúdo informativo e orientação editorial, isso é apenas da competência da direcção, sendo todas as criticas construtivas tidas em consideração.

    Este email que nos enviou várias vezes, intitulado “Palhaços”, a “cortar relações” com a revista do CLZ, foi certamente escrito frente ao espelho.
    Uma vez mais pessoalmente, tenho-lhe a confessar que espero que cumpra essa sua ameaça.

    E já agora, aproveito também e respondo-lhe à solicitação que me fez sobre o que eu penso e qual a minha opinião sobre os seus escritos.
    Não lhe respondi na altura, porque a minha sinceridade poderia ferir susceptibilidades, mas hoje devo confessar que o seu narcisismo demonstrado e a necessidade de admiração das outras pessoas é confrangedora e doentia.
    Não tive paciência para ler muito, mas, do o que li, permita-me a minha franca opinião, considero uma verdadeira diarreia cerebral e literária.
    Mas não desanime, pois esse género, pode também ser considerado uma vertente da literatura de pleno direito. Há gostos para tudo… tenha fé.
    Manuel Araújo

  4. eu estou-me a cagar para aquilo que pensam de mim, sei que falam e maldizem, mas, certamente não é por eu ser ignorante, senão, passaria despercebido…

  5. Excelentíssimo Senhor João Carlos Veloso Gonçalves, que se auto intitula de “poeta, crítico, escritor e jornalista das comunidades portuguesas na Suíça de Portugal e do Mundo”…e também muito grosseiro, digo eu.

    Informo-o que a partir de agora, também aqui, não terá mais a possibilidade de se pavonear e auto promover.

  6. Carla diz:

    Bom dia Senhor João “Quelhas”
    Desculpe em dizer-lhe, mas também acho que o Senhor pensa ser melhor do que aquilo que realmente é. Pior que fazer um erro é não reconhece-lo. Aceitar criticas, também é uma forma de crescermos na vida. Pare, e faça um exame de consciência. As pessoas não são palhaços e são para respeitar. Em vez de se defender com frases como a que escreveu “Sei que falam e maldizem…” Porque não pensa e responde educadamente como uma pessoa civilizada. Nem todos nós nascemos com os mesmos dons. Uns têm jeito para a escrita outros por mais que gostem de escrever não têm.
    P.S.: Normalmente não me meto nisto, mas acho que é demasiado triste o que escreveu.

  7. rui diz:

    O joão Gois é um nome bem conhecido nos meandros da emigração na bélgica e uma pessoa de reconhecidas qualidades pessoas como ele há poucas.

    um abraço

    rui

  8. araujo diz:

    Há pessoas que gostariam de rescrever a história, mas infelizmente isso não é possível.

Deixe uma Resposta

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s